Deficiência de Ômega 3: sintomas e como saber se você precisa suplementar

O ômega 3 é uma gordura saudável que desempenha um papel essencial em diversas funções do organismo.
No entanto, o corpo humano não é capaz de produzir esse nutriente e, devido a hábitos alimentares pouco equilibrados ou restrições na dieta, grande parte da população sofre de uma insuficiência que impacta negativamente a saúde e o bem-estar.
Confira a seguir uma explicação detalhada sobre o que é o ômega 3, os sintomas da sua deficiência e como identificar se você precisa suplementar!
O que é ômega 3 e por que ele é essencial?
O ômega 3 é uma família de ácidos graxos poli-insaturados que inclui três principais tipos: EPA (ácido eicosapentaenoico), DHA (ácido docosahexaenoico) e ALA (ácido alfa-linolênico).
O EPA se destaca por suas propriedades anti-inflamatórias e por auxiliar a saúde cardiovascular, enquanto o DHA é fundamental para o bom funcionamento do cérebro, da visão e do sistema nervoso.
Ambos são encontrados principalmente em peixes gordurosos, como salmão, sardinha, anchova, truta e arenque.
Já o ALA é encontrado em fontes vegetais — como nozes e sementes de linhaça — e é convertido pelo organismo em pequenas quantidades de EPA e DHA.
Sintomas de deficiência de ômega 3
A deficiência de ômega 3 pode se manifestar de diversas formas, muitas vezes de maneira silenciosa.
Alguns dos principais sintomas incluem:
- Problemas cognitivos e emocionais: dificuldade de concentração, perda de memória e alterações de humor ligadas à ansiedade e depressão.
- Alterações dermatológicas: pele seca e descamativa, cabelos quebradiços e unhas fracas.
- Inflamações e dores articulares: maior predisposição a inflamações, dores e rigidez articular.
- Distúrbios visuais: ressecamento ocular e visão turva.
- Fadiga constante: sensação de cansaço excessivo, mesmo após descansar adequadamente.
- Problemas cardiovasculares: hipertensão e níveis elevados de triglicerídeos.
Como saber se você precisa suplementar ômega 3
Identificar a deficiência de ômega 3 nem sempre é simples, pois os sintomas podem ser confundidos com outras condições.
Por isso, além dos sintomas físicos, existem algumas formas de avaliar se você pode estar com níveis insuficientes desses ácidos graxos.
Análise da dieta
Se você consome poucos peixes gordurosos, sementes ou nozes, é provável que sua ingestão de ômega 3 seja insuficiente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de pelo menos duas porções de peixe por semana, mas muitas pessoas não atingem essa meta.
Exames de sangue
Exames específicos podem medir os níveis de EPA e DHA no organismo e indicar se há deficiência. Esses exames são especialmente úteis para quem já apresenta sintomas ou tem histórico de doenças relacionadas à falta de ômega 3.
Avaliação médica
Um profissional de saúde pode correlacionar seus sintomas com possíveis deficiências nutricionais e recomendar a suplementação, se necessário.
Grupos de risco
Gestantes, idosos, vegetarianos/veganos, pessoas com doenças inflamatórias e cardiovasculares são grupos com maior necessidade de ômega 3 e podem se beneficiar da suplementação.
Como suplementar ômega 3
Ao comprovar a deficiência, é fundamental escolher um suplemento de alta qualidade.
Busque marcas que garantam um rigoroso controle de qualidade e verifique a concentração de EPA e DHA por dose nos produtos, pois esses são os ácidos graxos com maior benefício comprovado.
A dosagem recomendada varia conforme as necessidades individuais, mas a maioria dos especialistas sugere entre 250 mg e 500 mg de EPA e DHA combinados por dia para adultos saudáveis. Consulte um médico ou nutricionista para orientações personalizadas.
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